Como Evitar Que A Mononucleose Se Afaste Do Esporte 1

Como Evitar Que A Mononucleose Se Afaste Do Esporte

Mario Ancic e Robin Soderling têm duas coisas em comum: foram cerca de tenistas muito brilhantes e retiraram-se pelo mesmo fundamento: uma mononucleose mal curada. A doença do beijo também afetou há alguns anos, o suíço Roger Federer, mas teve mais sorte e conseguiu reengancharse o jogo para o máximo desempenho. O que faz com que esta patologia, que geralmente se opta sem grandes complicações possa impactar de tal maneira pela prática esportiva?

Como se podem evitar as sequelas no funcionamento? Respondemos com a auxílio de especialistas. A mononucleose infecciosa é uma doença causada na maioria dos casos pelo vírus de Epstein-Barr, que se transmite através do contato com a saliva de pessoas infectadas. A maioria das infecções por esse vírus ocorrem na infância e boa fração delas são assintomáticas. Febre alta, fragilidade muscular e faringoamigdalitis são algumas das manifestações que caracterizam esta doença cujo manuseio é baseado no tratamento dos sintomas.

O emprego de antibióticos se reserva para os casos raros em que as complicações se traduzem em infecções adicionais por bactérias. Portanto, a patologia pode ir desapercebido, mas, quando se faz notar de modo contundente. Ademais, o acontecimento de que esta doença não tem tratamento, como tal, e uma das medidas paliativas aconselhados seja o descanso “implica, logo após, um outro período de recuperação física, equivalente à descida que tenham mostrado”. Pérez Escanilla concorda que é penoso “que surgem complicações importantes se segue um tratamento sintomático e repouso relativo”. Em ligação a quando se pode retornar a praticar exercício físico volumoso, diz que depende do “grau de gravidade”.

  • Aptidão física
  • 5 Causas das migrações 5.Um Causas políticas
  • Finalmente, a ministra da Justiça aceitou ter concordado três vezes com Villarejo em 25 anos
  • Ter paciência
  • Suco com três cenouras, uma beterraba, limão e uma maçã verde

deste modo, “se a infecção afetou a órgãos como o fígado ou o baço, a pessoa afetada tem que ser mais cautelosos”. O médico ressalta que esses órgãos inflamadas “são mais frágeis, os traumatismos e choques que possam sufrirse pela prática de esporte”.

Desse modo, uma vez que é sabido que estes órgãos podem ser afetados por mononucleose, aconselha os atletas levar “um controle-nascidos e analítico por seu médico, que será o que vai solucionar”. Ele tem clara a sua recomendação: “Com inflamação de cada um desses órgãos, ou melhor, insuficiência hepática ou esplenomegalia”, eu não recomendaria o exercício”. Na sua avaliação, “o exercício físico moderado é muito saudável, porém o vigoroso deve ser supervisionado por médicos do esporte ou da família”. Fernando Dorrego, fisioterapeuta e personal trainer de Blua de Sanitas, expõe que, após uma mononucleose “o organismo fica enfraquecido, do mesmo jeito acontece com qualquer infecção por vírus”. Recomenda dar início o exercício, no momento em que os sintomas desapareçam e sintamos que temos mais ânimo e força pra realidade actividade física”.

Uma vez superados os primeiros dias, o especialista acredita que, “pra começar com exercícios de maior intensidade ou volume, é recomendado aguardar mais uma semana”. Agora, com intenção de evitar lesões, o aconselhável é “começar progressivamente o treino, tendo em conta que essa adaptação vai ser proporcional ao tempo que tenhamos estado doente”. Em suma, não se trata de suspender completamente o movimento, contudo sim de apequenar o ritmo de exercício, “descendo o tempo de atividade, os dias de treinos, ou o volume de peso que geralmente somos acostumados a treinar”. Os atletas necessitam estudar a “ouvir o corpo humano”, conclui Dorrego.

São mais eficazes que os antagonitas H2 (cimetidina, ranitidina e análogos). O primeiro fármaco desse grupo que saiu pro mercado e o mais utilizado é o omeprazol. Posteriormente surgiram lansoprazol, pantoprazol, rabeprazol e esomeprazol. Agem bloqueando os receptores H2 da histamina e a inibição da secreção ácida, o que facilita a cicatrização das úlceras.

Post criado 551

Posts Relacionados

Comece a digitar sua pesquisa acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione ESC para cancelar.

De volta ao topo