"Nem Barco Nem Caballito. Nós Reinvertimos Todos Os Privilégios Da Corporação" 1

“Nem Barco Nem Caballito. Nós Reinvertimos Todos Os Privilégios Da Corporação”

Um ano após o nascimento Manuel Barea Velasco (Sevilha, 1940), teu pai abriu uma loja para vender no pós-competição espanhola açafrão e sal em um recinto de dezoito metros quadrados da estrada Grande. No momento em que Manuel começou a trabalhar no negócio da família de distribuição de alimentos, tinha dezesseis anos e tinha acabado ensino médio. “Não hesitei, eu sabia que meu destino estava lá”, conta o empresário, que tem a medalha de Sevilha e da Andaluzia. Você é sem demora o presidente de honra do grupo sevilhano Cash Barea depois de ceder o testemunho a teu filho e seus dois sobrinhos. Será que você segue na sombra o negócio?

Sim. Continuo vindo a trabalhar 8 horas diárias, não já que seja uma droga, porém por causa de não me pesa. Eu Me levanto às 7 horas da manhã e 2 minutos depois neste momento estou em uma fita construída pela Nasa, onde ando diariamente de oito quilômetros durante uma hora e vinte e cinco minutos. Depois eu irei pra empresa pra que a minha experiência mantenha iluminando a terceira criação que já se fez cargo do negócio.

Teu pai, Manuel Barea Gens, desenvolveu a empresa e depois você vai colocar à frente do negócio, mas a toda a hora se lamenta de ter perdido pro aconselhar. Em quais momentos profissionais expulsou-o em ausência? Na tomada de importantes decisões, porém na verdade eu senti sua falta antes de morrer, pelo motivo de foi mais de 12 anos, com trombose vascular.

  • A organização técnica da criação
  • Processamento de pedidos
  • 1963-1966: Helvio Soto
  • Organização Poste. e o Fator Humano
  • os anos 50

Durante esse tempo me caiu em cima, um transatlântico que é Cash Barea. Estava preparado já que ele estava na corporação desde 1956 e, desde 1971 já havia tomado as rédeas do negócio, coincidindo com o nosso transporte, a Rua Amarela.

Durante este tempo nós passamos por diversas crises, 73, a de oitenta e dois a noventa e três e a de 2008. E, de olho, por causa de neste instante indica outra instabilidade por aí. Não é que a antevisão, mas se ouvem os tambores dos analistas aviso de nuvens. De todas as crises econômica em que eu vivi, a que durou mais tempo e que tem causado mais dano tem sido a de 2008. Sim, as organizações que ficaram saíram mais reforçadas, já que eles são sobreviventes.

Imagino que se o teu pai suspender a cabeça ficaria surpreso como mudou o setor de distribuição. Seria uma surpresa gigantesco, ótimo pra umas coisas e pro mal em algumas. Nos estão chegando corporações de extenso potência a nível nacional e internacional, que têm créditos a interesses diferentes e alguns avanços tecnológicos incríveis.

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