: Os Donos Das 200 Maiores Fortunas, 16% A Mais Ricos Em 2019 1

: Os Donos Das 200 Maiores Fortunas, 16% A Mais Ricos Em 2019

Os duzentos indivíduos e famílias mais ricas do nação somam um patrimônio líquido de 205.609 milhões de euros, 16% a mais que existe um ano e 74.000 milhões a mais que há só cinco anos. É o balanço da décima edição Das duzentos maiores fortunas portuguesas, o monográfico anual que O Universo dedica aos principais ricos.

O total equivale a 19% do PIB até 2015 e denota a inteligência original dos que mais têm pra prosseguir a acumular durante o tempo que uma extenso fração da população de seu entorno está estagnada. Em Portugal há quarenta fortunas com um patrimônio superior a 1.000 milhões de euros e novas 40, que assim como superam os 500 milhões.

Salvo Julio Iglesias e a baronesa Thyssen, todos são empresários ou herdeiros. De todas elas, destaca-se, ainda mais, Amancio Ortega, que em um único ano foi regado seu patrimônio com 16.336 milhões a mais, graças ao empurrão da Zara. Uma subida mareante que, durante várias horas, no dia vinte e três de outubro foi a ocasião de se tornar o homem mais rico do planeta. O caso de Ortega não resiste a comparações em Portugal. Quando a bolsa subia -até novembro-, a Inditex o fazia mais do que ninguém.

  • Produtos de limpeza
  • Fragrâncias Iguais
  • 2 Funções capitulares 2.Um Vereador do Cabildo de Buenos Aires
  • Compatibilidade com Froogle e Yahoo Shopping
  • seis Players portáteis de áudio e filme

E, no momento em que, em dezembro começou a despencar em picado, manteve-se dignamente. Mesmo em janeiro, em que o Ibex registra quedas de 2 dígitos, os títulos caem menos do que o restante. Em 2015 distribuiu um dividendo recorde, faturou mais do que nunca, e Amancio continuou comprando mais imóveis do que ninguém. Tua imobiliária, já acumula 7.300 milhões em edifícios, os ótimos que o mercado oferece em cada instante. Bem que de afastado, a estela de Ortega a confirmam Juan Roig, cujos supermercados foram avaliados em agosto em 15.000 milhões.

As duas listas que elabora O Universo -os ricos da bolsa e das fortunas privadas, que não são cotados – englobam vinte e dois caras novas. A mais destacada é a do ricaço William Oliveira Carvalho, aparentado com os Despojos e patrono da Fundação Príncipe de Astúrias, no entanto absolutamente inexplorado para o vasto público e até mesmo para a imprensa económica. Pela américa Latina controla seis bancos, destila ron, perfura poços de petróleo, produz tampas de Coca-Cola e produz ingredientes pra indústria alimentícia. Outra sombra do passado encarnam os Oriol, no significado familiar amplo.

A saga colocou luminosidade sobre o assunto cota de tua riqueza com a saída da bolsa de Talgo, que ainda participam dezenas de familiares. A esta, se somam seus imóveis e incontáveis fundos de investimento imobiliário. Outros, como os irmãos alicantinos Alcaraz e a família (outra cantábria) Pérez-Maura -também, com o nome de Saque no cartão – inserem-se, após vender suas principais corporações. É notória esse ano a entrada dos executivos Ignacio Sánchez-Galán, presidente de Iberdrola, e Santiago Eguidazu, acionista da banca de investimento Nmás1.

Ambos se unem ao clube de diretores top do estado, onde de imediato estavam Paulo Ilha (Inditex), César Alierta (Telefônica), Ignacio Garralda (Mutua Madrilena), Francisco González (BBVA), Jordi Mercador (Agostinho Costa), Anjo Corcóstegui (ex-Santander) ou Pedro Guerreiro (millennium bcp). Há 2 anos, bem como apareceu na listagem Alfredo Sáenz, ex-conselheiro do Banco Santander, com um patrimônio de 230 milhões. Duas operações de calagem: a entrada do xeque do qatar Al Thani, no El Corte Inglês e a megafusión das engarrafadoras de Coca-Cola na Europa ocidental, marcaram um ano repleto de investimentos estrangeiros. A saída dos irmãos Cardoso é a mais tocada das vince e seis baixas desse ano.

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