Rivera Encena Sua Distância Com Sánchez E Mantém O "não É Não" 1

Rivera Encena Sua Distância Com Sánchez E Mantém O “não É Não”

Não é não. Albert Rivera lhe foi transferido ontem, o presidente do Governo, Pedro Sánchez, a negativa de Cidadãos a votar favoravelmente a tua investidura. Apenas durou cinqüenta minutos, saudações e fotografias de rigor incluídos. O líder Local preferiu não dialogar esta diferença de tratamento em conexão ao Casado e tem centrado a tua intervenção em expor-se como o palpável opositor à Sánchez. Até já qualquer coisa mais, como a escolha de governo que estará preparada para assumir no momento em que o executivo socialista “se desmorone”.

Uma coisa que foi previsto, vai acontecer mais cedo ou mais tarde. Rivera identificou a política frente ao embate da independência e da economia como os principais pontos de divergência com o projeto socialista. E tem empurrado Sánchez pra um acordo, nós Podemos, que está convencido de que você acabará passando fatura entre o eleitorado de centro-esquerda.

“Eles querem esmagar as famílias a impostos, nós protegê-las”, falou. Apesar das evidentes discrepâncias e seu feedback negativo pra investidura. Cs garantiu que no decorrer da legislatura reclinar-se-ão a expor com Sánchez, para tentar voltar a acordos que beneficiem os espanhóis. Hoje, tendo como exemplo, de imediato colocou sobre a mesa a expectativa de voltar a 4 grandes pactos de Estado de educação, imigração, despovoamento e segurança.

  • Vote: Você Proibida a IAAF pra Rússia ir ao Rio
  • 106 Tamanho de imagens
  • 2002: Doutor Honoris Causa pela Universidade de Huelva (Espanha)
  • E falou blanqueno não corresponde a fazer um redirecionamento ou colocar um paradigma de patrulhamento
  • Se a > b sendo assim a < −b
  • três Campus de Ciências da Saúde (Brava)
  • 1 Entidades isentas

Lima ficava abandonada à sua sorte. De acordo com o inglês Sir Basil Hall: “os timoratos eram presa descomplicado dos medos mais estranhos; os fortes e fortes não sabiam de que jeito utilizar a sua coragem; os vacilantes estavam em estado mais direst”.

Como a fortaleza do Real Felipe, segundo o vice-rei, era o recinto mais seguro, “multidões se precipitaram pro castelo, e ao serem interrogadas sobre o assunto as razões que os empujaban a abandonar a cidade, não dava outra, que o temor”.

A respeito do ânimo de lima ao tempo da entrada do Exército Libertador em Lima, Pedro Escribano, nos diz: “parece farsa. Nos dias seguintes Lima foi reanimando-se lentamente. Pouco a pouco, a população tomou a confiança dos emancipatórios e verificou que não havia justificativa pro horror. Por tua parcela, a respeito do mesmo, Sir Basil Hall, diz: “Era inconcebível que tanta gente pudesse estar encerrada tão longo tempo sem tentarse sequer uma vez para verificar, principlamente quando o perigo não era iminente ou verdade”.

O general José de San Martín, chamou o Município a destacar a autonomia, o que se cumpriu neste instante (14 de julho de 1821). No dia dezessete de julho foi recebido na capital o almirante Lord Cochrane. No sábado, 28 de julho de 1821, em uma cerimônia pública, muito solene, José de San Martín, proclamou a liberdade do Peru.

Primeiro, o fez na Praça de Armas. Depois pela praça Da Merced e, em seguida, em frente ao Convento dos Descalços (atual distrito do vice-rei). Estima-Se que pela Praça de Armas da capital da nova República do Peru, a concorrência ultrapassava 16,000 pessoas.

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